contra-biblia

Captura de tela de site de notícia

O gráfico ao lado é uma captura de tela que fiz recentemente num site de notícia popular. Talvez por coincidência, os oferecimentos de todos os três livros nessa seção ferem aos princípios bíblicos ou atacam o que os outros chamam de “cristianismo”.

O primeiro link deixa evidente a crítica ao “cristianismo”, pelo menos, do tipo conhecido pelo “excomungado”, provavelmente, o catolicismo. (Não cliquei nos links.) A moralidade é o tópico do dia. Quem ousa estabelecer limites é visto como autoritário, linha dura, arrogante e impositivo. O cristianismo, portanto, é obstáculo a uma sociedade livre e justa.

O segundo traz uma crítica velada no seu louvor pelo espiritismo da visão moderna (que irônica essa afirmação!), pois o “cristianismo” é coisa da Idade Média, ultrapassado, arcaico, possuindo uma visão antiga de verdades absolutas. Ninguém pensa assim mais! Viva o modernismo!

O terceiro, obviamente direcionado contra o catolicismo, se apraz em apontar absurdos cometidos no passado, procurando sem dúvida provocar reações tais como: “Como é que pôde?!” Está vendo, ter religião (e por religião, entenda-se: cristianismo) dá nisso, em opressão. (Mas não mencionemos nada do islamismo ou a matança e genocídio africano, pois o grande vilão mesmo é o cristianismo.)

Se conhecêssemos apenas as formas atuais do assim chamado “cristianismo”, como o catolicismo e do protestantismo, que mais aparecem no radar das pessoas, talvez o rejeitaríamos também de forma tão intensa. Os absurdos que acontecem nessas religiões são muitas. Basta falar dos inúmeros casos de agressão sexual da parte do clero católico como apenas um exemplo.

Ao mesmo tempo, as denominações católicas e protestantes têm permitido certo progresso humano, o que não se vê em países muçulmanos ou hindus, como na Índia, por exemplo. Os grandes princípios humanos que hoje se prezam, como a igualdade das pessoas, surgiram da Bíblia. A ciência moderna (mas não a sua forma ateísta pósmodernista) surgiu graças às pressuposições bíblicas de o mundo ser separado de Deus e da humanidade e sujeito à observação, ao estudo e à manipulação. Se as denominações seguissem fielmente as Escrituras, o progresso social teria sido maior ainda.

A lição maior que se pode aprender, e uma que já se sabe muito bem, por experiência, é o clima hostil que existe hoje em dia contra qualquer manifestação do que se chama cristianismo. As pessoas não fazem ideia do verdadeiro Caminho e por isso nos incluem como mais um grupo esquisito ou desprezível entre os demais. (Por “nós” quer dizer aos discípulos de Cristo que seguem o modelo bíblico apresentado no Novo Testamento.)

Portanto, quanto mais nos distanciamos das denominações, melhor. Tem gente dentro do corpo de Cristo que quer que as imitemos cada vez mais. Mas por que comprar essa briga com o mundo? Já não temos com o mundo suficiente diferença conforme a Bíblia, sem sermos obrigados a assumir, por uma postura nossa dessa, os absurdos históricos denominacionais e os erros doutrinários confusos que elas criaram?

Não é melhor sermos perseguidos por fidelidade a Cristo e à sua palavra do que pelos absurdos católicos e protestantes?