No exílio Israel aprendeu o que era mais importante. Castigado por não fazer de Deus sua única prioridade, o povo sentiu como era ficar longe de tudo o que lhe dava sua identidade e valor.

Que a língua se me grude ao céu da boca,
se eu não me lembrar de ti,
e não considerar Jerusalém
a minha maior alegria!
Salmo 137.6

Jerusalém representa a presença de Deus, o templo onde Deus se fazia presente, a aliança do Senhor com Israel, o perdão dos pecados por meio dos sacrifícios.

Quando Ciro permitiu que o povo voltasse à terra de Israel, alguns israelitas não queriam voltar! Em pouco tempo se acomodaram à vida no estrangeiro, ao conforto módico que tinham na sua terra adotiva. Não queriam se dar ao trabalho de deixar tudo e começar a vida novamente a partir do zero. Mas uma vida com Deus no centro das atenções.

No verso acima, coloque no lugar da palavra “Jerusalém” a pessoa de Deus. Hoje, não é diferente. As pessoas falam bem de Deus, mas têm outras prioridades, outras alegrias, outros compromissos, além de servir ao Senhor.

Ele quer que aprendamos aqui na terra, longe do nosso lar celestial, a fazer dele a nossa maior alegria.

(O site deusconoso.com está com problemas, então publicamos a última meditação aqui no Alcance.)