Hoje o irmão Alexandre Pestana postou o seguinte texto no novo grupo, no Facebook, da congregação em Jundiaí SP,. Ele me informou que eu o tinha escrito para fins do Acampamento Monte das Oliveiras. Eu tinha esquecido que o texto foi meu, pois ele tem uns 10 a 15 anos.

Se não me engano, foi escrito como sugestão para que todos os professores e diretores de temporadas aceitassem os sentimentos nele expressados, pois estávamos tendo problemas com pessoas que não compartilhavam a mesma fé. (Parece que o problema continua.)

Não é um credo, pois tinha essa restrita finalidade. Expressa bem, ao mesmo tempo, parte da fé que pregamos, alguns pontos dos quais são disputados entre nós por influência de irmãos que por sua vez têm sido influenciados por doutrinas denominacionais.

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Creio que Cristo pagou pelos nossos pecados na cruz como único meio da salvação eterna; que ninguém pode ser salvo sem confessá-lo como Senhor e Salvador, Filho do Deus vivo; que seja essencial o discipulado, a fidelidade e a santidade, tornando-se, no processo do crescimento espiritual, como ele.

Creio e ensino que Cristo requer a obediência como condição da salvação; que a imersão na água é essencial à remissão dos pecados; que os batizandos precisam entender o propósito da imersão; que o ensinamento evangélico da fé somente como base da salvação é doutrina equivocada que conduz à perdição.

Creio e ensino que Jesus estabeleceu uma única igreja, o corpo de Cristo, que nada tem a ver com as divisões religiosas e denominações evangélicas; que é necessário fazer parte desta igreja para ser salvo; e que quem faz parte de uma denominação precisa sair dela para ter esperança da salvação.

Creio e ensino que Deus nos deu o Novo Testamento como padrão e modelo a ser seguido em nossa fé e prática como cristãos; que este padrão inclui como adorá-lo em espírito e em verdade; que o padrão exige o uso exclusivo da voz como música na igreja, sendo instrumentos de música do desagrado de Deus.