A história de Ananias e Safira, em Atos 5.1-11, traz a primeira nota destoante na nova manifestação do reino de Deus, a igreja do Senhor Jesus, recém-estabelecida no capítulo 2 no dia de Pentecostes.

A narrativa mostra que Deus leva a sério:

  1. As palavras que falamos (eles mentiram);
  2. As motivações interiores que nos impulsionam a agir (sentiram ganância e desejo do louvor humano);
  3. A pureza da igreja que deve ser santa como ele (foram hipócritas).

Estamos no processo da retomada da revista Edificação, e vamos tratar dessas três áreas na próxima edição.

Enquanto isso, os três pontos acima fariam um belo sermão ou aula, não fariam?

Se Deus, que tem o direito de tirar a vida, o faz por causa disso, não devemos nós zelar para que Satanás não encha o nosso coração e para que não domine os nossos irmãos? Grande argumento para a auto-disciplina e a disciplina exercida dentro da comunidade dos cristãos, conforme a Palavra nos orienta.

Em outro ponto dessa história, anotei no twitter essa ideia, agora mais completa: Mesmo que Satanás tenha enchido o coração de Ananias para mentir, ele ainda era responsável perante Deus pelas suas palavras e pelos seus atos. Por isso morreu (Atos 5.3).