Há irmãos, supostamente maduros, e tantos outros com dois pés no mundo, usando um aplicativo do Facebook para responder as perguntas mais absurdas e imorais a respeito dos seus amigos.

Há palestrantes falando termos chulos em suas aulas e sermões.

Há diretores de acampamentos promovendo cassinos e novelas nas suas temporadas.

Há supervisores de congregações aprovando o adultério no seu meio.

Isso do lado moral.

Do lado doutrinário, temos progressistas, como eles gostam de ser chamados, utilizando as mulheres na condução das reuniões. Introduzem o instrumento de música junto aos cânticos. Substituem a emoção pela espiritualidade. Separam a salvação da imersão na água. Ensinam que a igreja do Senhor seja apenas mais uma denominação.

E ainda estão sendo abraçados por todos como se fosse irmãos fiéis, sendo convidados para palestrar, ensinar e pregar. Outros se incomodam, mas ficam calados.

Enquanto isso, a maioria — sim, a maioria — das congregações se desviam do caminho do Senhor. Sem que haja esforço para impedir que aconteça.

O corpo de Cristo está doente. Ainda bem que o Senhor da igreja é Jesus. Ele ainda resgatará, como sempre fez, um remanescente. Mas a machado está na sua mão e logo cairá na raiz.