Projeto Alcance

Sempre Jesus

adoração, Cânticos

Instrumentos de música na adoração no Antigo Testamento

Recebemos por email a seguinte pergunta e, com permissão do irmão que enviou, reproduzimos aqui com nossa resposta.

Em 1 Crônicas 23.5 diz” “quatro mil porteiros e quatro mil para louvarem o SENHOR com os instrumentos que Davi fez para esse mister”. Esses eram somente para os levitas. E também 1 Cr 23.30, 31 diz: “Deviam estar presentes todas as manhãs para renderem graças ao SENHOR e o louvarem; e da mesma sorte, à tarde; e para cada oferecimento dos holocaustos do SENHOR, nos sábados, nas Festas da Lua Nova, segundo o número determinado”. O uso dos instrumentos na adoração a Deus era uma lei de Moisés, pois vemos essa lei sendo comentada junto de outras leis importantes como os holocaustos e a Festa da Lua Nova. Então, a minha pergunta agora é essa: Podemos utilizar esse argumento para não usarmos os instrumentos nos dias de hoje? Já que vemos na carta aos Colossenses 2.14: “tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando na cruz”. Então se toda a lei de Moisés foi encravada na cruz de Cristo porque deveríamos abrir uma exceção para essa lei?

O motivo da minha pergunta é o seguinte, eu sei que alguns irmãos andam usando instrumentos ou querem usar, se esse argumento for válido eles estão indo contra a doutrina de Cristo?

Sim, os instrumentos faziam parte do ritual de sacrifícios no templo em Jerusalém e, desta forma, quando a lei foi cumprida em Cristo, os mandamentos da antiga aliança foram deixados de lado, inclusive este a respeito dos instrumentos. Hoje, se alguém quiser voltar ao Antigo Testamento para justificar o uso dos instrumentos, fica obrigado (como no caso dos que queriam a circuncisão) a observar toda a lei mosaica: “De novo declaro a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a cumprir toda a lei” (Gálatas 5.3 NVI).

Os instrumentos foram usados para a adoração da comunidade de Israel, pelo que se pode perceber, exclusivamente no Templo, pois não há autorização para seu uso fora deste âmbito. Isso significa que quem quer usar o instrumento hoje, com base no Antigo Testamento como justificação, fica restrito ao uso dentro do Templo em Jerusalém. (E hoje o templo já não existe mais!)

Agora, geralmente, as pessoas usam o argumento sobre o Antigo Testamento apenas como um entre vários, cuja soma é uma pilha ilógica de argumentos, pois quem usa o instrumento usa porque quer e depois procura justificativa qualquer. Como cristãos que seguem o mandamento de Cristo para nossa autorização, não o usamos porque a música instrumental na adoração da igreja não foi em lugar nenhum autorizada. Este é o cerne da questão para os seguidores de Jesus.

Espero que isso tenha ajudado um pouco.

6 Comments

  1. Os cristãos não devem usar instrumentos musicais na adoração cúltica, como foi muito bem respondido pelo irmão a cima. Só para complementar com um dado histórico foi o papa Vitaliano no século VII (+ de 500 anos após os apóstolos) que autorizou instrumentos musicais no culto, pergunto: seguiremos a Bíblia ou o papa?

  2. marcelo gonçalves

    Temos que entender que Devemos adorar a Deus em Espirito e em verdade ou seja em Espirito manifestando todo nosso sentimento de devoção e gratidão a Deus, e em Verdade , ou seja segundo as normas estabelecido pela verdade que é a palavra de Cristo, tambem precisamos aceitar que Deus quer ver a adoração sair do verdadeiro intrumento criado por Deus o homem, e um instrumento é um mediador mecanico entre Deus e o homem, sendo assim os instrumentos dessacralizam a adoração a Deus, pois causam divisão e tambem promovem a cultura do entretenimento ,e a cultura dos clerigos (musico) e dos leigos, criando assim divisão no corpo, situação esta que em nenhum escrito biblico é sugerido .É o que penso e tenho seguido

  3. Não há uma referência sequer ao uso de instrumentos musicais na adoração a Deus no Novo Testamento. Não foi dada por Jesus nenhuma instrução aos seus seguidores o uso de instrumentos musicais quando a igreja se reunisse para louvar e adorar a Deus. Jesus é o autor do Novo Testamento, a Nova Aliança de Deus com os homens.

    Pergunta: “Porque Jesus deixaria de fora algo que foi tão usado na Antiga Aliança?” Resposta: Não era a vontade dele, por isso não recebemos esta instrução. Se fosse a vontade dele não seria tão fácil acrescentar esta instrução em uma das cartas dos apóstolos a igreja? Seria sim muito fácil, mas não encontramos uma linha sequer ensinando sobre isto.

    Uma indagação se faz necessária: “A quem vamos obedecer: Jesus ou Moisés?” A resposta é simples e direta: Jesus! Por quê? A resposta também é simples: num alto monte (Mt 17.1-8) onde Jesus foi com 3 de seus discípulos, apareceram mais dois varões, Moisés representando a Lei e Elias representando os profetas. Ali Jesus foi transfigurado, Ele resplandeceu como o sol e os presentes viram a Sua glória e Deus Pai prontamente disse: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi.” (Mt 17.5). “A ele ouvi”, ou seja, a Jesus dai ouvidos, a Jesus obedecei, só a Ele segui. Depois disso sumiram Moisés e Elias ficando somente o Senhor. “Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus.” (Mt 17.8). Moisés que representa a Lei, a Antiga ou Velha Aliança de Deus com os homens sumiu; da mesma forma Elias representando os profetas, seus servos que anunciavam Sua vontade ao povo, também sumiu. O único que ficou e para todo o sempre é Jesus, o Senhor dos senhores.

    Em Gálatas 5 encontramos: “Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.” A passagem trata da circuncisão, uma das ordenanças da Antiga Aliança, porém, o apóstolo Paulo ensinou que se alguém quisesse circuncidar teria que guardar, ou seja, obedecer toda a Lei, que não se resume aos 10 mandamentos, mas também a inúmeras ordenanças. Paulo diz que voltar a Lei é se aprisionar, sendo que Jesus veio para libertar. Obedecer a qualquer ordenança da Lei nos faz escravos dela, mas Cristo nos deu a liberdade. Também quem volta a Lei fica obrigado a cumpri-la em sua totalidade e não somente algumas poucas ordenanças que alguém possa julgar necessárias. Paulo diz que quem se deixa circuncidar se desliga de Cristo. E isto se aplica a qualquer ordenança da Lei, como os instrumentos musicais, dízimo e etc.

    Quer agradar a Deus, ouça a Cristo, o obedeça e siga seus ensinamentos. Não vale a pena correr risco por causa de detalhes que em nada são claros na Nova Aliança. O sábio disse em Eclesiastes: “tudo é vaidade” (1.2). Vamos deixar as vaidades e obedecer aquilo que realmente Deus quer para as nossas vidas. Não estamos na igreja para fazer nossa própria vontade ou satisfazer nossos caprichos, mas para fazer a vontade de Deus, obedecendo os desígnios registrados em sua Nova Aliança.

    Obs.: Devemos lembrar que “vontade” de Deus é diferente de “permissão” de Deus. Quem instituiu o serviço musical na adoração a Deus foi Davi (2 Sm 6.5; 1 Cr 13.8; 1 Cr 15). A instrução de adoração e louvor com instrumentos musicais não foi dada por Deus a Moisés. Podemos dizer então que Deus permitiu o uso de instrumentos na adoração inserida por Davi, mas esta não era a Sua vontade. Por exemplo: Abraão teve mais de uma mulher, mas esta era vontade de Deus? Não! Em Gênesis 2.24 lemos: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne”. Deus permitiu que Abraão tivesse outra esposa, mas esta não era a soberana vontade do Criador. Na Nova Aliança a vontade de Deus é clara para nós: “… cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido.” (1 Co 7.2). Queremos estar sob a permissão ou a vontade de Deus? Vamos arriscar nossa salvação buscando e insistindo com a permissão do Criador ou preferimos buscar estar dentro da Sua soberana e perfeita vontade?

    “Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Fp 2.12,13).

    “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e praticamos os seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos, porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 Jo 5.2-4).

    Quais os mandamentos de Deus para nós hoje, a última era, ou seja, a era cristã? Os ensinamentos de Cristo em Sua Nova Aliança com os homens. Onde estão estes ensinamentos? Em Atos e todas as cartas do Novo Testamento. Os 4 evangelhos inseridos no Novo Testamento retratam a vida de Jesus aqui na terra, onde Ele viveu sob a Antiga Aliança. Devemos lembrar que um testamento só tem validade com a morte do testador. Portanto, o Novo Testamento entrou em vigor somente depois da morte de Cristo na cruz, mais precisamente no dia de Pentecostes, quando se deu início a Sua igreja (At 2). Como bom judeu, Jesus cumpriu a Lei (o único); Veja: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mt 5:17). Se Jesus cumpriu – e Ele foi o único que conseguiu cumprir -, precisamos cumpri-la? Não! Agora não estamos debaixo da Lei, mas sim de Cristo. Veja: “Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da lei e nela encerrados, para essa fé que, de futuro, haveria de revelar-se. De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio. Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes” (Gl 3.23-27). Na mesma carta, Paulo disse que quem quer se justificar pela Lei se desliga automaticamente de Cristo e cai da Sua graça (5.4). Nos evangelhos podemos seguir os ensinamentos de Cristo através de Seu exemplo perfeito, mas a doutrina de Sua igreja encontramos em Atos e nas cartas neotestamentárias.

  4. Ricardo Guerra

    Proocurei no NT a orientação para que cristãos tocassem. Só achei orientação para que camtassem. Tem orientação para tocar instrumento no louvor no NT?

  5. Pesquisei mais e descobri um estudo sobre o assunto em questão. Abaixo um resumo dele:

    1) A música instrumental antes de Davi:

    – Nada de real significância em relação à música no louvor é encontrada no Velho Testamento até a época de Davi.
    – Jubal é “pai de todos os que tocam harpa e flauta” (Gn 4:21)
    – Labão expressou o remorso sem despedir de Jacó, pois queria fazê-lo “com alegria, e com cânticos, e com tamboril, e com harpa” (Gn 31:27)
    – “A profetisa Miriã, …tomou um tamborim, e todas as mulheres saíram atrás dela com tamborins e com danças” (Ex 15:20)
    – O som de uma trombeta foi ouvido no Monte Sinai (Ex 19:13,16,19; 20:18)
    – Depois de ungido Saul foi ao encontro de profetas com cantos com “saltérios, e tambores, e flautas, e harpas” (1 Sm 10:5; 1 Cr 25:1)

    2) Davi, o músico:

    – Desde o início de seus relatos sabemos que Davi era músico (1 Sm 16:10,16,18,23)

    3) O serviço do templo organizado por Davi:

    – Depois que a arca foi trazida a Jerusalém, Davi estabeleceu uma organização elaborada dos levitas para “dirigir o canto na Casa do SENHOR … Ministravam diante do tabernáculo da tenda da congregação com cânticos, até que Salomão edificou a Casa do SENHOR em Jerusalém” (1 Cr 6:31-48; 9:33; 16:4-43).
    – Deus não permitiu que Davi construísse o templo … Mas foi ele quem organizou os sacerdotes e os levitas em grupos para o serviço do templo (1 Cr 23-26).
    – Entre estes arranjos feitos por Davi houve uma organização elaborada dos levitas para o serviço de canto ligado ao templo (1 Cr 25; 23:5).
    – Veja afirmações que descrevem esta função (1 Cr 23:5, 25:1-7).
    – Foi Davi que havia organizado os sacerdotes e os levitas para o serviço do templo.
    – A utilização sistemática da música no louvor, incluindo a música instrumental, teve a sua origem no período final do reinado de Davi.
    – Não há evidência de uma utilização sistemática da música ligada ao louvor no Velho Testamento até que Davi organizou os levitas para este serviço.

    4) Três reis e suas reformas:

    – Joiada: voltando ao modelo estabelecido por Davi (serviço musical); Moisés (ofertas e holocaustos) – (2 Cr 23:18).
    – Ezequias: restauração do serviço musical conforme mandado de Davi (2 Cr 29:25-28,30).
    – Josias: restauração do serviço musical conforme mandado de Davi (2 Cr 35:3,4).

    5) Resumo:

    – Não havia utilização organizada ou sistemática da música no louvor até a época de Davi, na qual um sistema elaboradamente organizado foi estabelecido.
    – Moisés não recebeu de Deus instrução para o louvor com instrumentos.
    – A ordem estabelecida por Davi foi, então, aceita pelos reis posteriores.
    – A destruição babilônica de Jerusalém e o cativeiro que seguiu foi a maior desorganização de todas. Mas quando as pessoas voltaram à terra, novamente o precedente para o serviço musical foi encontrado no sistema de Davi.
    – Este é o pano de fundo contra o qual o ensino do Novo Testamento deve ser avaliado. O silêncio do Novo Testamento em relação a música instrumental no louvor se contrasta muito contra este pano de fundo.
    – Jesus em Jo 4:19-24 na sua conversa com a mulher no poço aponta que Jerusalém, com seu templo, não teria mais o significado que uma vez tinha. O Pai seria louvado, nem no Monte Gerizim, como fizeram os samaritanos, nem em Jerusalém, como fizeram os judeus. Os verdadeiros adoradores louvariam ao Pai em espírito e em verdade, e em qualquer lugar.
    – Os adoradores do Novo Testamento, portanto, não voltam a Davi para um padrão de louvor, como fizeram os reis reformadores e como fizeram os judeus da restauração.
    – Então até onde a significância espiritual está envolvida, Jerusalém não existe mais; o templo não existe mais; os levitas não existem mais; o sistema davídico não existe mais.
    – O sistema inteiro que incluía a utilização da música instrumental já não existe mais.

    Estudo por L.A. Mott

    Minhas conclusões finais:

    – Deus não deu a Moisés a instrução para o serviço musical na adoração com uso de instrumentos.
    – Através das passagens usadas no estudo (em resumo acima), Davi foi quem instituiu o serviço musical na adoração a Deus com o uso de instrumentos.
    – Parece que era a vontade de Deus a adoração com instrumentos sob o mandado de Davi quando lemos: “Também estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do Senhor, por intermédio de seus profetas” (2 Cr 29:25).
    – Ficou bem claro com esta e outras passagens apresentadas no estudo que Deus era adorado por instrumentos musicais no Antigo Testamento.
    – Isto, a princípio, contraria o meu argumento que não era a “vontade” de Deus, mas que Ele tinha “permitido” o uso de instrumentos musicais na adoração.
    – Independentemente de ser “Vontade” ou “Permissão” de Deus na Antiga Aliança, o uso de instrumentos musicais na adoração no cristianismo não coincide com o sistema ordenado por Davi. Como já havia dito, não há um relato, instrução, referência ou ordem sequer sobre o uso de instrumentos no louvor dos cristãos a Deus no Novo Testamento (A autoridade em doutrina para os seguidores de Cristo). Existe um silêncio na Nova Aliança sobre o uso de instrumentos na adoração. Respeitaremos o silêncio de Deus? Um dos lemas da igreja é: “falar onde Deus fala e calar onde Deus cala”.
    – Mas o louvor faz parte da vida cristã e encontramos instruções e referências para tal prática, porém sem o uso de instrumentos. O instrumento, neste caso, é o coração humano:
    – “Por volta de meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam” (At 16:25).
    – “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente” (1 Co 14:15).
    – “Está alguém entre vós sofrendo? Faça oração. Está alguém alegre? cante louvores” (Tg 5:13).
    – “Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração” (Cl 3:16).
    – “Falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais” (Ef 5:19).

    Voltar ao sistema davídico para o serviço musical na adoração a Deus é voltar a Lei; é voltar Antiga Aliança, é querer se justificar na Lei. Paulo disse a esse respeito: “De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes” (Gl 5:4). Então, ficaremos com o sistema já obsoleto da Antiga Aliança ou ficaremos com o novo sistema estabelecido por Cristo em sua Nova Aliança? Se quisermos ficar ligados com Jesus precisamos obedecer ao seu sistema, do contrário, estamos desligados dEle!

  6. Gustavo Gomes

    Apenas como apoio para verificar-se a forte tendencia musical de Daví, veja Amós 6:5.
    “…que cantais a toa ao som da Lira e inventais, como Daví, instrumentos de cordas para vós mesmo;”

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