Das mil vezes que se ouve a frase: “Meu Deus”, ela é usada em vão 999 vezes. As pessoas a usam sem pensar em Deus. Para coisas contra a sua vontade.

Nos lábios e da caneta do apóstolo Paulo, porém, é uma frase pessoal, calorosa, confiante e alegre.

“O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus” (Filipenses 4.19 NVI).

Uma versão verte a frase assim: “este mesmo Deus que cuida de mim”. A tradução assim é até justificada, porque no versículo anterior, Paulo afirma que tinha bastante, em termos materiais, graças aos donativos dos filipenses.

Assim ele chama o Senhor de “meu Deus”, porque tinha experiência pessoal com o amor e os cuidados de Deus. Sabe que o Senhor cuidará também dos filipenses, porque cuidou do menor dos apóstolos.

Que a frase: “Meu Deus”, seja constantemente em nossos lábios, não para tomar em vão o nome de Deus, mas para representar nosso conhecimento dos seus cuidados por nós e a nossa confiança de que ele cuidará de todos os seus filhos igualmente.

Não seria maravilhoso ver invertida aquela estatística horrorosa, com 999 vezes de mil pensando nos cuidados divinos?