escultura do rico e de Lazaro

Abaixo, o sermão que não preguei hoje, já que Humberto veio preparado para pregar, então, deixei com ele a palavra.

A história se encontra em Lucas 16.19-31. Alguns a consideram como parábola, mas o texto não a identifica como tal, e Jesus a conta dando nome ao Lázaro, o que não ocorre em parábola.

#1. A natureza do além. Alguns dizem ter tido experiências de pós-morte, mas uma vez morto, nunca se volta. Jesus nos abre uma janela para o além. Há dois lugares, entre os quais não há tráfego nem troca.

#2. A predestinação das atitudes. Quem ouve a Bíblia terá recompensa eterna, após sofrimentos terrestres. Quem rejeita as Escrituras, sofrerá tormentos eternos. Não há como mudar o destino após a morte.

#3. O papel das Escrituras (Lucas 16.29-31). Uma vez um religioso disse que os profetas eram os da época de Jesus e que deviam escutar aos mestres da lei daquele tempo. Mas o texto diz: “Moisés e os profetas”. Significa as Escrituras. Quando se ouve as Escrituras, é possível evitar o destino do rico. Essencial é ler a Bíblia e obedecer o que nela está escrito, pois é a palavra de Deus.